Ao longo dos anos, uni dois caminhos: a fotografia de vida selvagem e o banho de floresta. Dessa junção nasceu uma metodologia própria, que atravessa a imersão inteira — não é um momento do roteiro, é o que conduz cada um deles.
A fotografia é o nosso veículo para entrar na natureza. É por meio dela que observamos aves e mamíferos, aprendemos a ler o ambiente, perceber a luz, compreender o comportamento dos animais e construir imagens com intenção e narrativa. Durante a imersão, você terá orientação técnica para desenvolver sua fotografia — e, ao longo dos dias, trilhas sensoriais ativam um sentido de cada vez: ouvir antes de ver, sentir antes de fotografar, tocar antes de compor. É assim que a fotografia nasce de uma percepção mais inteira, não só do olho no visor.
Porque fotografar vida selvagem não é apenas encontrar o animal e apertar o botão. É entender o que está acontecendo ao redor, antecipar movimentos, encontrar uma composição e reconhecer o momento certo para criar uma imagem que conte alguma coisa.